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Archive for Outubro, 2011

Bélgica vai encerrar as suas centrais nucleares a partir de 2015

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NÃO EXISTE ORÇAMENTO POSSÍVEL ( josé luis montero )

O Orçamento está votado nas duas vertentes: o Povo recusa o Orçamento e os poderes de facto apoiam o mesmo. É um orçamento de poucos contra muitos. As sociedades solvem os seus problemas quando encontram um equilíbrio entre o que produzem e o que consomem ou necessitam para consumir. A chamada “modernização da economia” que avançou cruelmente, principalmente, depois dos anos 80 do século passado privou, precisamente, os países dessa conjugação produção-necessidade de consumo. A chamada deslocalização industrial de fins do século passado-primeira década deste século fez o resto. A cidadania tem a sua culpa. Vivia-se numa espécie de borracheira de consumo fácil pago à base de plástico; não se reparava que desde a moda aos discos duros das novas tecnologias, eram produzidos onde o trabalho infantil é uma norma e a exploração escravista da classe trabalhadora em geral é lei maior. Vivia-se na maior das surdezes e na maior cegueira. Os grandes sindicatos de Ocidente esqueceram o velho princípio do internacionalismo. O Capital atuou de mãos livres. O desastre foi-nos servido como primeiro prato. Ler mais…

José Sócrates pede ao PS que vote contra o Orçamento

PEDAGOGIA DO OPRIMIDO paulo freire ( vozes de américa / vozes do brasil)

Portugueses estão a comprar menos livros

PALAVRAS FALSAS PELOS INTERSTÍCIOS ( josé luís montero)

Falar para dentro, falar para fora. Enganar os de casa, ser verdadeiro com os de fora.Este tipo de desdobramento é muito comum no mundo político. Passos Coelho acaba de expor e expor-se sem o menor pejo. Para o Brasil, Passos Coelho, declara que Portugal demorará vários anos a superar a crise. Os cicerones políticos vivem e comportam-se como se comportavam outrora quando as notícias tinham um círculo geográfico fechado de leitura. Esta esbarrada sonora que uma oposição, pelo menos, séria poderia utilizar para mostrar a carteira vazia do governo, passará sem nenhuma importância porque governo e oposição ou oposição e governo são pássaros do mesmo ninho. Todos eles estão comprometidos com a causa suprema do Poder e nenhum deles aprendeu que as notícias emitem-se num ponto e imediatamente abraçam todos os pontos. Por isso, Passos Coelho falou de forma diferente em dois pontos diferentes pensando que um era a sua casa e outro a casa alheia. Enganou-se, presentemente, não existe mais que uma casa: a global.

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História do movimento Anarquista em Portugal (por Edgar Rodrigues)

Outubro 29, 2011 1 comentário