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Posts Tagged ‘banca’

Só os pássaros estão alegres – josé luís montero ( publicado in ETC. e TAL )

Novembro 4, 2013 2 comentários

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Tenho algumas manias, no entanto, como são minhas, penso que são genialidades. Navego por Europa, principalmente por Itália, e vejo e revejo a mesma gritaria por todo o lado, menos na santa Alemanha que nos (des) governa através da mão benta dos governos locais. O binómio Portas-Coelho não é mais que uma espécie de caixeiro-viajante encarregado de vender as tesouras que condicionam a vida dos cidadãos. No entanto, existe uma diferença clamorosa entre os verdadeiros vendedores e este binómio: os vendedores procuram agradar e oferecer maravilhas a baixo preço e o binómio impinge produtos sem ter em conta a simpatia e as vantagens. Ler mais…

Passos Coelho virou extraterrestre – josé luís montero

Virtude. O Passos Coelho tem uma virtude: não se engasga enquanto fala. Pode ser que tenha algum acesso de tosse, mas, não se engasga. No entanto, quando o oiço, só sei o que diz porque sei que diz o contrário do que acontece. Só uma pessoa aluada pelos fumos doces de alguma erva pode pensar que o que menos tem padece menos esta crise provocada pela usura. Quem não tem ou pouco tem; não tem e se não tem, não vive; está offline; vive deambulando; esconde-se do Sol; maldiz a Lua porque já se cansou de maldizer o Governo. Quem não tem, já não suporta o Passos Coelho e as troicas; ignora-as. Devolve inconscientemente o abandono e esquecimento em que o situou o Governo, a Banca e as supra- instituições internacionais. Quem não tem, não ouve o Passos Coelho. Consegue ser feliz ignorando-o porque assim ignora o grande vendedor do Ser Humano à miséria do capitalismo. Ler mais…

Goldman Sachs: como criar uma crise e governar o mundo

Quatro maiores bancos privados lucraram mais de 1 milhão por dia

PASSOS COELHO: O VENDEDOR DE CENOURAS josé luís montero

Cortes nos subsídios são temporários… Titula, mais ou menos assim, um matutino lisboeta as declarações do Passos Coelho. No entanto, como não é tarefa minha incutir esperança onde não há um sorriso, faço-me uma pergunta mouca: mas, há corte, não há? A resposta é conhecida: há. Então, que pretende dizer o primeiro-ministro? Nunca se sabe o que pretende dizer um político; mais ainda se é um político pragmático ligado aos tubarões do liberalismo económico, no entanto, inclino-me pelo possível conselho dos típicos assessores para que a mercadoria dos cortes seja bem vendida. É puro e duro marketing. É o pacote governativo vendido como quem vende cenouras a peso.  Está a vender uma promessa. Está a pisar o presente para que não seja visto. Está a adiantar o sabor, magnifico sabor da cenoura antes de ser comprada; antes de ser cozinhada e provada. Há corte, não há? Há. Que capacidade de análise tem o primeiro-ministro sobre a saída da crise? Nenhuma. Ler mais…

GRÉCIA: AMO-TE josé luís montero

Grécia. Grécia, meu amor… Especulam contigo; mugem o que tens e o que não tens. Depois, dizem que te perdoam para continuar a ter rendimentos. Grécia; Grécia meu sonho adolescente: o poder político-financeiro já não engana ninguém. Estão a recuar tal como se percebeu depois da manifestação global, mas, estão, fundamentalmente, a trabalhar a imagem. Hoje, inclusivamente o gato da minha vizinha que só fala turco e que se entende comigo por sinais delicados, sabe que ganharam, ganham e ganharão rios de dinheiro contigo assim como com Portugal. Ninguém duvida. É sabido. Está dito. Está comentado. Perdoam-te, dizem, dinheiro, mas, ficará mais dinheiro disponibilizado para a Banca. Grécia, Grécia: alimentaste durante séculos e séculos a nossa mente; agora, tocou-te alimentar quatro asnos com fatos de alpaca. Ler mais…

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AMO E ODEIO. VIVO E MORRO. CONTESTO. José luís montero

Setembro 30, 2011 1 comentário

Amo porque amo. Amo sem amar e odeio porque me fazem odiar. Vejo para onde não deveria ver e encontro-me com quê?.. Banca fraudulenta; associativismo interessado nas mais pequenas coisas. Corrupção brutal na classe política como a recente demissão do ministro de Turismo brasileiro. Absentismo dos sindicatos ligados a correntes políticas da velha esquerda. Os sistemas nacionais de saúde a falirem ou dizendo-nos que estão falidos. Escolas Públicas sem professores. Direitos laborais espoliados. Protecção social aos trabalhadores despedidos minguando de forma cruel e assustadora. Regiões da Terra marcadas pela fome. Guerras inventadas em regiões onde o petróleo ou os carreiros do ópio são vitais. Países sem liberdade, nem direitos humanos garantidos como a China a impor critérios financeiros ao mundo. Trabalho escravo em países emergentes. Exploração de menores em idade escolar. Economicismo de banca rota a comandar as filosofias económicas de governos dos países da velha Europa. Relançamento de ideias e legislações xenófobas. Estudantes sem futuro. Futuro sem sonho. O silêncio dos Poetas. A boca fechada dos Filósofos. Os pedreiros-livres esquecendo-se do Homem. A inópia dos media. O futebol como referente social. A Igreja entre escândalos sociais e sexuais. O FMI ao serviço de desconhecido interesse. Os patriotas vendendo as Pátrias a retalho. A lingerie como signo de emancipação. As televisões a fazer do tédio e da falta de privacidade virtude. Os campos de golfe a substituir searas. Os automóveis a empenhar o espírito de aventura. A Banca a mandar nas vontades e desejos. Os parvos a ser nomeados ministros. Os ministros transformados em porteiros dos grandes especuladores.

Vejo para onde não deveria e encontro-me com quê? Com merda! Com a Tróica em Lisboa.

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