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Posts Tagged ‘OE’

NÃO EXISTE ORÇAMENTO POSSÍVEL ( josé luis montero )

O Orçamento está votado nas duas vertentes: o Povo recusa o Orçamento e os poderes de facto apoiam o mesmo. É um orçamento de poucos contra muitos. As sociedades solvem os seus problemas quando encontram um equilíbrio entre o que produzem e o que consomem ou necessitam para consumir. A chamada “modernização da economia” que avançou cruelmente, principalmente, depois dos anos 80 do século passado privou, precisamente, os países dessa conjugação produção-necessidade de consumo. A chamada deslocalização industrial de fins do século passado-primeira década deste século fez o resto. A cidadania tem a sua culpa. Vivia-se numa espécie de borracheira de consumo fácil pago à base de plástico; não se reparava que desde a moda aos discos duros das novas tecnologias, eram produzidos onde o trabalho infantil é uma norma e a exploração escravista da classe trabalhadora em geral é lei maior. Vivia-se na maior das surdezes e na maior cegueira. Os grandes sindicatos de Ocidente esqueceram o velho princípio do internacionalismo. O Capital atuou de mãos livres. O desastre foi-nos servido como primeiro prato. Ler mais…

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José Sócrates pede ao PS que vote contra o Orçamento

Portugueses contra o Orçamento do Estado (sondagem do expresso)

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O OE DOS BÍPEDES COM ORELHAS DE BURRO por José luís montero

O famoso OE parece um conto de fadas agourentas. O agouro chega via folha salarial. Quem paga? O mesmo; quem paga? O eterno; quem paga? O mexilhão. E eu pergunto-me: no resumo ao meu alcance do OE não encontro redução de verba no Ministério da Guerra, hoje, com sorna e eufemismo, chamado: Ministério de Defesa; alguém encontrou? Devo confessar que tenho os óculos arrevesadamente tortos, mas, tal como li as outras coisas poderia ter lido recortes no Ministério da Guerra. Não li. Tenho que ir ao oculista. É imperdoável que os meus óculos fintem esse tipo de leitura. É muito mais grave que uma finta caído de bêbado, às cinco da madrugada, quando pensas que enganas um muro e dás de trombas na parte mais agreste e arrepiada do muro. Muito mais grave. Ler mais…