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Poema – josé luís montero

Tenho as costas blindadas pela ventura que leva o errante até Roma.

Adivinho o futuro antes que seja passado

Fumo a ansiedade e esfrego com virulência as unhas nas paredes em decomposição.

Faço quase tudo com os elementos da emoção para que o sentido plástico

Não se manifeste como uma carroça enfeitada por malandrinhos.

Agarro-me ao novo, não esqueço o velho e alento o instante.

Habito, no entanto,

Na alcova da incerteza

Na rua do despropósito

E respeito os telhados que olham para a lua.

Mas

Passado pela peneira do sorriso

Limito-me a escrever as metáforas

Que sendo cristalinas, são opacas.

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Notícias blasfemas do Surrealismo Saloio

Notícias blasfemas do Surrealismo Saloio

DADÁ MORREU DEPOIS DE CONHECER A LENDA D` El REI DOM SEBSTIÃO. DAS SUAS CINZAS NASCERAM CONTOS DE ALBARDAR. POETAS SEM NOME. ARRUAÇAS DE ESTRUGIR. CABALAS DO FIM DO MUNDO. O DEMO  INSTALOU-SE EM ROMA. GRITARAM OS UNGIDOS. ARDERAM OS BULEVARES.

ENTRETANTO, EU COMIA TREMOÇOS E ORDENHAVA UMA AZINHEIRA.

José luís montero

Satanas-1

ENTREVISTA COM JORGE AMADO por Elizabeth Hazin -U. Brasília –